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CASO EM APURAÇÃO

PM que matou ex-policial em Sinop se apresenta à Polícia Civil

Militar envolvido na ocorrência prestou esclarecimentos e permanece à disposição da Justiça; Polícia Militar instaurou procedimento administrativo para acompanhar o caso

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O policial militar que efetuou os disparos que resultaram na morte do ex-PM Ednilton Rafael Santos Costa, na manhã desta quarta-feira (8), em uma marmoraria de Sinop, apresentou-se espontaneamente à Polícia Civil e permanece à disposição das autoridades para os desdobramentos da investigação.

A informação foi confirmada pela Polícia Militar de Mato Grosso, que também anunciou a abertura de um procedimento administrativo, conduzido pelo 3º Comando Regional, para apurar a atuação do militar durante a ocorrência. Paralelamente, a investigação criminal ficará sob responsabilidade da Polícia Civil.

Em nota oficial, a corporação informou que acompanha o caso e reforçou que não tolera condutas criminosas envolvendo integrantes da instituição, destacando que todas as circunstâncias da ação serão analisadas pelos órgãos competentes.

De acordo com a Polícia Civil, o objetivo da investigação é esclarecer a dinâmica da ocorrência, verificar as circunstâncias que antecederam os disparos e apurar se a reação do policial ocorreu dentro das hipóteses previstas em lei.

Perícias foram realizadas no local e testemunhas deverão ser ouvidas nos próximos dias para auxiliar na reconstrução dos fatos.

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Ex-PM morreu no local

Ednilton Rafael Santos Costa morreu ainda na marmoraria após ser atingido por disparos de arma de fogo. Informações preliminares apontam que ele teria ido ao estabelecimento com a intenção de executar o proprietário da empresa.

No momento da ação, um policial militar da ativa, que fazia a segurança privada do local, reagiu e efetuou os disparos. O ex-PM não resistiu aos ferimentos e morreu antes da chegada do socorro.

Ednilton havia sido excluído da Polícia Militar em 2024 e era investigado por suposta ligação com a facção criminosa Comando Vermelho. Conforme informações já apuradas pela reportagem, ele era investigado por suspeita de atuar como cobrador de dívidas e executor da organização criminosa em Mato Grosso.

A Polícia Civil continua investigando tanto as circunstâncias da morte quanto a possível atuação do ex-policial em outros crimes.

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