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AGRONEGÓCIO

“Hoje está inviabilizado plantar no Mato Grosso”, diz Galvan ao criticar juros altos

Pré-candidato ao Senado afirma que arrendatários são os mais afastados e compara trajetória do Brasil com Venezuela e Cuba

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O pré-candidato ao Senado por Mato Grosso, Antônio Galvan (Avante), fez um diagnóstico duro sobre a situação do agronegócio no estado e no país, afirmando que os juros altos, combinados com o custo dos insumos e os efeitos das guerras internacionais, tornaram a produção rural inviável para grande parte dos produtores.

“Hoje está inviabilizado plantar no Mato Grosso quem é dono de terra. Imagina o arrendatário”, afirmou Galvan.

O ex-presidente da Aprosoja Brasil apontou o governo federal como responsável direto pela manutenção dos juros em patamar elevado, ao contrário do discurso do Palácio do Planalto, que costumava culpar o Banco Central na gestão anterior.

“O Banco Central tem o Galípolo lá hoje. Por que o Galípolo não baixou os juros? Essa é a pergunta”, questionou, lembrando que durante o governo Bolsonaro os juros chegaram a cair.

Combustível é o maior custo do agro

Galvan destacou que, ao contrário do que muitos pensam, o fertilizante não é a maior despesa do produtor rural. O item que mais pesa nas contas é o combustível, que impacta diretamente o frete da produção da fazenda até o armazém e do armazém até o porto.

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“Enquanto nós tivermos nosso meio principal de logística movido a combustível, com trechos grandes, o combustível ainda é o peso maior. E essas guerras fizeram subir muito o preço do petróleo”, afirmou.

Ele também alertou que pequenos e médios produtores, que plantam entre 30 e 50 mil hectares, são os mais vulneráveis. Segundo ele, os grandes grupos, com poder de comprar fertilizante com antecedência e acesso a crédito mais barato, tendem a absorver as áreas de quem não consegue se manter.
Comparação com Venezuela e Cuba

Galvan foi além na análise e afirmou que a política econômica atual faz parte de um projeto intencional de enfraquecimento da classe média para mudança de regime. Ele citou Venezuela, Cuba e Nicarágua como exemplos de países que passaram pelo mesmo processo.

“Você quebra todo o segmento econômico, principalmente a classe média, e institui outro regime. Aconteceu na Venezuela, na Nicarágua, em Cuba. Você consegue dominar as pessoas com fome”, declarou.

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