O pré-candidato ao Senado Antônio Galvan afirmou que os partidos políticos perderam protagonismo nas eleições e defendeu que o eleitor passe a escolher seus representantes pelo histórico e pelas propostas, e não pela sigla partidária.
Segundo Galvan, o cenário político mudou e a identificação do eleitor com partidos, comum em décadas passadas, deixou de existir.
“Passou o tempo do cidadão votar em partido. Passou o tempo. Antigamente você ouvia as pessoas dizerem: ‘eu voto no MDB’, ‘eu voto na Arena’. Hoje não existe mais isso”, afirmou.
Durante a entrevista, Galvan argumentou que as principais legendas brasileiras reúnem políticos com diferentes correntes ideológicas, o que, segundo ele, impede classificá-las exclusivamente como de direita ou de esquerda. Ao comentar o PL, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que a proximidade com o partido ocorre pela liderança exercida por Bolsonaro, e não pela composição da sigla.
Ao concluir, o pré-candidato reforçou que o voto tende a ser cada vez mais personalizado.
“Não existe mais votar em partido. O cidadão vai votar no candidato, na pessoa. É isso que vai definir a eleição daqui para frente”, declarou.
















