CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CASO ZAMPIERI

Júri entra no 3º dia com debates entre acusação e defesa e caminha para sentença

Após dois dias de depoimentos e interrogatórios, Ministério Público e advogados dos três réus apresentam as últimas teses antes da votação dos jurados

publicidade

Slide anterior
Próximo slide

O Tribunal do Júri de Cuiabá entra nesta quinta-feira (1º) em seu terceiro dia de julgamento dos três réus acusados pela morte do advogado Roberto Zampieri. A sessão será marcada pela etapa de debates, quando o Ministério Público e os advogados de Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas apresentarão aos sete jurados as teses que defendem para cada acusado.

A previsão é de que acusação e defesas tenham cerca de três horas cada para apresentar seus argumentos. Depois, ainda podem ocorrer as etapas de réplica e tréplica, o que pode estender a sessão por várias horas. Somente após o encerramento dos debates o Conselho de Sentença será levado a uma sala reservada para responder aos quesitos apresentados pela Justiça.

O Ministério Público sustenta que o assassinato foi resultado de uma execução planejada, com divisão de tarefas entre os acusados. Antônio é apontado como o executor dos disparos; Hedilerson, como responsável pela intermediação e pelo fornecimento da arma; e Caçadini, como participante da articulação e do financiamento do crime. As defesas negam as acusações e buscam afastar a participação de seus clientes no homicídio.

Leia Também:  Defesa de executor de Zampieri promete revelações no júri: "A bomba vai estourar"

Nos dois primeiros dias, Antônio confessou ter matado Zampieri, mas afirmou que agiu por conta própria e apresentou como motivação uma suposta “missão” contra a corrupção. Hedilerson negou ter emprestado a arma utilizada no crime e disse que Antônio teria pegado a pistola sem sua autorização. Caçadini também negou participação e afirmou estar sendo usado como “bode expiatório”.

Após os debates, os jurados decidirão, por meio dos quesitos, sobre a responsabilidade de cada réu. Com base nas respostas do Conselho de Sentença, o juiz José Mauro Nagib Jorge proferirá a sentença. Em caso de condenação, caberá ao magistrado estabelecer as penas conforme as decisões tomadas pelos jurados.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade