O ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a prisão do sargento da Polícia Militar Eduardo Soares de Moraes, investigado por suposta participação em um esquema que utilizou indevidamente o nome do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso para dar credibilidade à entrega de um envelope com R$ 10 mil.
Preso desde agosto de 2025, o policial é investigado pelos crimes de falsidade ideológica e associação criminosa. Segundo as investigações, ele teria atuado na logística da entrega do dinheiro, utilizando um motorista de aplicativo, além de manter contato frequente com os demais envolvidos.
Ao negar o habeas corpus, o ministro entendeu que a prisão é necessária para garantir o andamento das investigações e evitar interferências na produção de provas, alinhamento de versões entre os investigados e possível influência sobre testemunhas.
A defesa alegava falta de competência da Corregedoria-Geral da Justiça para conduzir o caso e ausência de fundamentos para manter a prisão, argumentos que foram rejeitados pelo STJ.


















