Escolhida como primeira suplente do candidato ao Senado Antônio Galvan (Avante), a pastora Aline Franciele de Rezende Duarte defendeu que titulares e suplentes precisam compartilhar os mesmos princípios, valores e posicionamentos políticos. Para ela, a escolha de quem integra uma chapa ao Senado não pode ser tratada apenas como uma composição eleitoral, já que o suplente pode assumir efetivamente o mandato e participar de votações decisivas para Mato Grosso e para o país.
Ao explicar o papel que poderá exercer caso Galvan seja eleito, Aline ressaltou que o suplente ocupa a cadeira do senador em situações previstas pela legislação e, por isso, precisa estar alinhado ao projeto político apresentado aos eleitores durante a campanha.
“O suplente é aquele que vai sentar na cadeira do senador quando ele não puder. E veja como isso é uma responsabilidade grande, que não pode ser para qualquer pessoa. Quando nós estamos desalinhados com o senador, não vamos votar da forma que devemos, não vamos valorizar os princípios, não vamos cuidar dos nossos valores”, afirmou.
Aline citou como exemplo a relação política entre o senador Carlos Fávaro e a senadora Margareth Buzetti. Na avaliação da candidata a suplente, as diferenças de posicionamento apresentadas ao longo do mandato demonstram a importância de uma chapa ao Senado manter afinidade política mesmo depois das eleições.
“Veja bem o que aconteceu aqui com Fávaro e Margareth Buzetti. Hoje eles não estão mais juntos, cada um seguiu um rumo, votaram de formas diferentes, e nós não podemos fazer isso”, declarou.
*Escolha por princípios, não pelo bolso*
A primeira suplente também afirmou que sua indicação para a chapa de Galvan não ocorreu por capacidade financeira ou pela possibilidade de contribuir economicamente com a campanha. Segundo Aline, a composição foi construída a partir da identificação com as pautas e princípios defendidos pelo candidato ao Senado.
“Normalmente, o suplente é selecionado, escolhido, baseado no que ele pode oferecer, o patrocínio que ele pode dar à campanha, o que ele vai depositar, ou seja, segundo o seu bolso. O Galvan é diferente. Ele não escolheu os seus suplentes pelo bolso”, disse.
Aline afirmou ainda que pretende, ao lado de Galvan, defender no Senado uma atuação alinhada às bandeiras apresentadas durante a campanha, especialmente em temas relacionados à liberdade e aos valores conservadores.
“Nos próximos dias, eu vou falar mais sobre como nós iremos fazer uma revolução lá no Senado, a começar pelos princípios que foram esquecidos, que são tão valiosos, que é Deus, pátria, família e a nossa liberdade”, concluiu.


















