O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) reduziu em 15 pontos percentuais a vantagem do senador Wellington Fagundes (PL) na disputa pelo Governo de Mato Grosso, segundo levantamento divulgado pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (2). A diferença entre os dois caiu de 26 para 11 pontos desde novembro do ano passado.
No cenário estimulado sem a presença do senador Jayme Campos (União Brasil), Pivetta ampliou desempenho ao longo das pesquisas e passou a diminuir a distância para o líder da disputa.
Em novembro de 2025, Pivetta registrava 18% das intenções de voto. Agora, o governador alcança 29%, crescimento de 11 pontos percentuais no período analisado.
Evolução nas pesquisas
Os números mostram avanço contínuo do governador nos levantamentos realizados pelo instituto ao longo dos últimos meses. Em março deste ano, Pivetta aparecia com 25% das intenções de voto. No levantamento divulgado agora, ele chega a 29%, ampliando novamente o percentual registrado anteriormente.
O desempenho representa o maior crescimento entre os principais nomes avaliados pelo instituto no período analisado. Além do avanço no primeiro turno, a evolução também aparece nas projeções de segundo turno.
Distância diminui no segundo turno
Em março, Pivetta registrava 29% em uma disputa direta contra Wellington Fagundes, enquanto o senador aparecia com 47%. A diferença naquele cenário era de 18 pontos percentuais. Agora, Pivetta alcança 35% contra 44% de Wellington. Com isso, a distância caiu para nove pontos percentuais.
Os números são observados por lideranças políticas em meio às articulações para a sucessão estadual de 2026. O grupo governista trabalha para transformar a aprovação da atual gestão em capital eleitoral para a disputa pelo Palácio Paiaguás.
No cenário mais amplo, que inclui Jayme Campos, Pivetta aparece na terceira posição com 19% das intenções de voto. Wellington lidera com 35%, enquanto Jayme registra 23%.
Metodologia
O instituto Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores entre os dias 30 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-01755/2026.


















