A disputa por uma possível cadeira de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) ganhou novos personagens nos bastidores da política mato-grossense. Além dos deputados estaduais Dilmar Dal Bosco (União Brasil) e Eduardo Botelho (União Brasil), os empresários do agronegócio Blairo Maggi e Eraí Maggi, considerados dois dos principais nomes do setor em Mato Grosso, também teriam interesse na indicação.
A intenção dos chamados barões do agro seria emplacar o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), reeleito nas eleições deste ano, na vaga que poderá ser aberta com uma possível aposentadoria na Corte de Contas.
A cadeira pertence à cota de indicações da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o que deve intensificar as articulações entre parlamentares e grupos influentes do estado.
Efeito dominó na Assembleia
Caso a articulação avance e Carlos Avallone seja escolhido pela Assembleia, aprovado em sabatina e nomeado conselheiro do TCE-MT, sua saída do Legislativo abrirá espaço para o retorno de Juca do Guaraná (PSDB), que terminou as eleições como primeiro suplente da legenda.
A movimentação coloca mais um grupo político na disputa pela vaga, que também é cobiçada por aliados de Júlio Campos (União Brasil). O deputado, que não conseguiu se reeleger, tem interesse na indicação de Dilmar Dal Bosco para garantir a própria permanência na Assembleia como suplente.
Cadeira ainda não foi aberta
Embora ainda não exista definição sobre a abertura da vaga, a possibilidade de uma nova indicação ao Tribunal de Contas já movimenta os bastidores do poder em Mato Grosso.




















