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“Capacidade técnica vem antes de qualquer bandeira”, afirma nova secretária de Segurança

Ao abordar a questão da representatividade, Susana disse que a igualdade deve ser um princípio básico em todos os espaços institucionais

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A nomeação da coronel Susane Tamanho para comandar a Secretaria Estadual de Segurança Pública marca um novo momento na gestão estadual, como sendo a primeira mulher a comandar a pasta. Além disso, Susana faz parte da comunidade LGBTQIA+, mas afirmou que sua escolha foi pautada pela experiência profissional e pela capacidade de gestão, e não por questões ideológicas ou pessoais.

Ao falar sobre possíveis episódios de preconceito, a coronel foi direta ao afirmar que não enfrentou resistência. Segundo ela, em entrevista ao MídiaNews, o cenário atual é mais maduro e menos suscetível a julgamentos baseados em identidade.

“Não, não tive [preconeito]. Acho que isso é uma questão que nem acredito que é muito mais importante a capacidade técnica do que o levantamento de qualquer tipo de bandeira. Essas questões são pessoais. Não sofri nenhum tipo de retaliação. Hoje, a gente está em um patamar muito diferente do que já vimos lá atrás. O que a gente tem que demonstrar é eficiência. A gente tem condições de fazer isso, é por isso que fomos escolhidos para estar onde estamos. Não foi por A, por B ou por C, foi por demonstração de eficiência”, afirmou.

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A coronel já comandou a 20ª Companhia Independente da Força Tática de Cuiabá e também foi a primeira mulher a Brasil a se formar em um curso de especialização do Batalhão de Choque e Rondas Ostensivas “Tobias de Aguiar” (Rota) da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A nova secretária reforçou ainda que a competência profissional deve prevalecer em qualquer área, especialmente em funções estratégicas como a segurança pública. Para ela, a discussão sobre identidade não deve se sobrepor à entrega de resultados.

Ao abordar a questão da representatividade, Susane disse que a igualdade deve ser um princípio básico em todos os espaços institucionais.

“A igualdade tem que acontecer indistintamente de estar na Secretaria de Segurança ou na Polícia. O respeito é fundamental para a gente viver em sociedade. A capacidade de qualquer pessoa, sua inteligência e desempenho são o que realmente importam. O restante é secundário”, completou.

 

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