CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Slide anterior
Próximo slide
CABO DE VASSOURA

PM instaura procedimento para investigar denúncia de abuso sexual durante abordagem em Barra do Bugres

Segundo o depoimento registrado em laudo pericial, os policiais teriam introduzido um cabo de vassoura em seu ânus após ele ser algemado com os braços para trás

publicidade

Slide anterior
Próximo slide

A Polícia Militar de Mato Grosso informou que irá instaurar um procedimento administrativo para investigar uma grave denúncia de abuso sexual envolvendo policiais militares durante uma abordagem ocorrida na última sexta-feira (22), em Barra do Bugres, município localizado a cerca de 180 quilômetros de Cuiabá.

O caso veio à tona após um homem preso em flagrante por tráfico de drogas relatar ter sido vítima de violência sexual praticada por agentes da corporação. Segundo o depoimento registrado em laudo pericial, os policiais teriam introduzido um cabo de vassoura em seu ânus após ele ser algemado com os braços para trás.

O exame de corpo de delito foi realizado no sábado (23) pela Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado de Mato Grosso e, conforme as informações do processo, apontou lesões compatíveis com a versão apresentada pela vítima.

A identidade do homem não foi divulgada devido ao sigilo judicial decretado sobre o caso. Ele foi colocado em liberdade ainda no sábado, após audiência de custódia.

Leia Também:  Filho leva facada ao defender mãe de ataque do ex-companheiro

Em nota oficial, a Polícia Militar destacou que o caso será apurado “com o máximo rigor” por meio da 22ª Companhia Independente de Polícia Militar de Força Tática.

“A PMMT reforça que não coaduna com abuso de autoridade e nenhum tipo de crime cometido por parte de seus integrantes”, diz trecho do posicionamento da corporação.

Até o momento, a Polícia Militar não informou quantos policiais participaram da ocorrência nem se os agentes envolvidos já foram afastados das funções operacionais enquanto as investigações seguem em andamento.

O caso deve ser acompanhado também pela Justiça e pelos órgãos de controle responsáveis pela apuração de possíveis crimes cometidos por agentes públicos.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade