O padrasto de 24 anos preso pela morte de uma criança de 3 anos, em Primavera do Leste (MT), negou qualquer envolvimento em violência sexual durante depoimento à polícia e solicitou a realização de exames para comprovar sua inocência.
Durante a oitiva, o suspeito foi questionado sobre vestígios encontrados pela perícia no quarto do casal, como pontos de sangue na cama e um sachê de lubrificante descartado no chão. Ele afirmou não saber explicar a presença do sangue. Já sobre o lubrificante, alegou que o item teria sido utilizado por ele e pela companheira no dia anterior, sugerindo que a própria mulher poderia confirmar a versão.
O homem também declarou que nunca teria coragem de cometer qualquer tipo de abuso contra a enteada e reforçou o pedido para que sejam realizados exames periciais que possam esclarecer os fatos.
Apesar das alegações, a Polícia Civil aponta o padrasto como principal suspeito do crime, após a criança dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) já sem vida, apresentando sinais de violência. A investigação considera ainda outros indícios recolhidos na residência e o laudo médico inicial, que identificou lesões compatíveis com abuso.
O caso segue em investigação, e o suspeito permanece preso, podendo responder por estupro de vulnerável qualificado pela morte.
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