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ALVO DO NACO

Justiça impõe sigilo em investigação sobre R$ 720 mil em saques e suspeita de esquema com emendas

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A investigação que apura movimentações financeiras suspeitas envolvendo o deputado estadual Elizeu Nascimento e o vereador Cezinha Nascimento seguirá sob sigilo por decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

A medida foi determinada pela desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, que apontou risco de prejuízo às investigações caso as informações sejam divulgadas neste momento, incluindo possível ocultação ou destruição de provas.

O inquérito investiga movimentações consideradas atípicas, com destaque para saques em dinheiro que somam R$ 720 mil. Os valores foram retirados em três operações — R$ 250 mil, R$ 350 mil e R$ 120 mil — e, segundo os indícios, podem ter sido redistribuídos entre investigados.

Além dos agentes públicos, a apuração também envolve entidades e empresas apontadas como peças centrais na circulação dos recursos, como o Instituto Social Mato-Grossense, o Instituto Brasil Central e a Sem Limite Esporte e Eventos Ltda.

De acordo com a decisão, há indícios de que essas estruturas possam ter sido utilizadas para movimentar os valores, seja como destino formal ou intermediárias. Um dos pontos destacados é o fato de algumas dessas instituições operarem no mesmo endereço, o que levanta suspeitas de ligação entre elas.

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A empresa Sem Limite aparece diretamente associada aos saques em espécie, enquanto os institutos são citados no fluxo dos recursos. A investigação inclui análise de dados bancários, relatórios de inteligência, imagens e monitoramento.

Apesar dos indícios, a magistrada ressaltou que não há conclusão definitiva sobre a responsabilidade dos envolvidos. O caso segue em investigação, com novas diligências autorizadas.

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