Condenado a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de Janeiro, o empresário cuiabano Luiz Antônio Villar de Sena, de 66 anos, voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a substituição da pena em regime fechado por prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.
A defesa alega que o estado de saúde do empresário é incompatível com a permanência no sistema prisional. Entre os problemas apontados estão doenças cardiovasculares, hipertensão, apneia do sono, depressão, episódios de desmaio e a necessidade de acompanhamento fisioterapêutico contínuo.
Um laudo elaborado por quatro médicos peritos recomendou a concessão da prisão domiciliar, sob o entendimento de que a medida é necessária para preservar a integridade física e psicológica do condenado.
Apesar disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido, argumentando que os tratamentos podem ser realizados por meio de saídas autorizadas para consultas e atendimentos especializados.
Antes de decidir sobre o caso, o ministro Alexandre de Moraes determinou o envio dos novos relatórios médicos à PGR para emissão de parecer complementar. A decisão final sobre o pedido ainda não foi tomada.


















