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NA CAPITAL

Prefeito anuncia possível criação da Clínica da Mulher e do Idoso em antigas policlínicas

Sobre a retomada das obras, Abílio negou que os trabalhos estejam totalmente interrompidos e atribuiu a paralisação a entraves burocráticos e contratuais

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O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou que as antigas Policlínicas do Planalto e do Coxipó não devem voltar a funcionar como unidades de pronto-atendimento em Cuiabá. Segundo ele, ambas foram desabilitadas durante a gestão anterior após a habilitação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Leblon junto ao Ministério da Saúde.

De acordo com o gestor, a mudança ocorreu porque existe uma limitação no número de unidades de pronto-atendimento permitidas proporcionalmente à população do município.

“Quando habilitou a UPA do Leblon, no período da pandemia, e quando optou por ficar em quatro UPAs, o Ministério da Saúde tem uma regra clara sobre a quantidade de unidade de pronto-atendimento proporcional ao número de habitantes”, explicou.

Abílio afirmou que a habilitação da UPA do Leblon ocorreu “em detrimento” das policlínicas do Planalto e do Coxipó, que, segundo ele, já apresentavam problemas estruturais há anos.

“A própria Policlínica do Coxipó estava funcionando com locação de containers, até mesmo no período da pandemia ela esteve nessas circunstâncias”, disse.

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O prefeito também criticou a administração passada ao afirmar que as unidades foram deixadas em condições precárias e tiveram as atividades encerradas após a inauguração da nova UPA.

“Aí o próprio grupo ligado ao antigo gestor encerrou as atividades das duas Policlínicas”, declarou.

Apesar disso, o chefe do Executivo municipal afirmou que os prédios ainda podem ganhar novas finalidades dentro da rede pública de saúde. Segundo ele, a Prefeitura estuda transformar os espaços em unidades especializadas.

“Eu quero criar a Clínica da Mulher e a Clínica do Idoso. Bem provável eu possa escolher uma delas para ser a Clínica da Mulher e a outra Clínica do Idoso”, revelou.

Sobre a retomada das obras, Abílio negou que os trabalhos estejam totalmente interrompidos e atribuiu a paralisação a entraves burocráticos e contratuais.

“A obra não está parada, tem burocracia contratual. Assim que resolver a parte contratual, a gente retoma essas atividades finalizadas”, afirmou.

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