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ELEIÇÕES 2026

“Política é assim, se faz agregando”, diz Fávaro ao responder críticas por aproximação com Lula

Senador afirma que continua sendo do agronegócio, justifica aproximação com diferentes grupos políticos e diz que escolheu suplentes para representar diversos segmentos da sociedade.

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Alvo de críticas de parte do agronegócio pela aproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela composição de uma chapa com representantes de diferentes setores, o senador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que a política exige diálogo e construção de alianças. Durante a convenção do PT, nesta sexta-feira (31), o parlamentar disse que montou a chapa para contemplar diferentes segmentos.

Ao comentar os questionamentos que recebeu, Fávaro afirmou que a estratégia faz parte da atividade política e negou ter abandonado as suas origens no agronegócio.

“Política é assim, política se faz agregando”, declarou.

Na sequência, o senador reforçou que continua ligado ao setor produtivo, mas destacou que, desde que ingressou na vida pública, ampliou sua atuação para atender todos os municípios de Mato Grosso.

“Eu também sou do agro, mas, a partir do momento que vim para a política, eu me dediquei ao municipalismo. Eu atendi os 142 prefeitos, eu atendi todos os vereadores. Nenhum município ficou sem atendimento do senador Carlos Fávaro.”

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Apesar disso, Fávaro ressaltou que o agronegócio continuará tendo espaço em seu projeto político. Segundo ele, a escolha do primeiro suplente foi justamente para garantir que o setor permaneça representado no Senado Federal.

“Eu reconheço a força da agropecuária e, por isso, quero ter um suplente que não será um suplente figurativo. Vai representar a força da agropecuária dentro do Senado Federal.”

O senador também defendeu a diversidade da chapa, citando a participação de representantes do agronegócio, das mulheres e dos servidores públicos. Para Fávaro, a composição fortalece o projeto eleitoral para 2026 e amplia o diálogo com diferentes setores da sociedade mato-grossense.

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