O deputado estadual Max Russi (Podemos) avalia que a próxima legislatura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso poderá passar por uma renovação de até dez cadeiras nas eleições deste ano. Na leitura do parlamentar, entre cinco e dez novos nomes podem conquistar espaço no Legislativo a partir de 2027.
A projeção, segundo Max, considera o histórico das eleições anteriores e as pesquisas que vêm sendo realizadas durante a campanha. Apesar da estimativa, ele pondera que o cenário só será confirmado pelo eleitor nas urnas.
“Eu acho que nós teremos no mínimo de quatro a cinco renovações e, no máximo, uns dez novos deputados assumindo cargos dentro da Assembleia”, afirmou.
Dentro desse cenário de mudanças, Max aposta no crescimento do Podemos e afirma ter convicção de que a legenda poderá eleger seis deputados estaduais para a próxima legislatura.
“Eu tenho convicção, nós vamos eleger seis deputados estaduais. Pela nossa chapa, pela divisão e pelo trabalho que os nossos candidatos estão fazendo”, declarou.
O parlamentar também vê possibilidade de o partido ampliar sua representação na Câmara Federal. Segundo Max, o Podemos tem condições de conquistar uma vaga e pode até chegar a duas, em uma disputa que, na avaliação dele, será definida por diferenças de poucos milhares de votos entre as chapas.
Eleitor deve priorizar resultados
Na avaliação de Max Russi, o comportamento do eleitor também poderá influenciar o cenário de renovação na Assembleia. Para o deputado, embora a disputa política tenha componentes ideológicos, a tendência é de que o eleitor dê maior peso à capacidade dos candidatos de apresentar resultados e propostas concretas.
Ele citou áreas como saúde, educação, geração de renda e qualidade de vida como fatores que devem pesar na escolha do voto.
“Eu acho que muito mais o eleitor vai estar preocupado com aquilo que pode estar trazendo benefício para a sua cidade, para o seu Estado, para o seu país”, afirmou.
Para Max, a capacidade de “entrega” dos políticos poderá ser mais relevante do que simplesmente o posicionamento ideológico durante a campanha.
“Eu acho que isso vai pesar bastante para o eleitor, ver aquele político que faz entrega ou aquele que tem uma boa proposta de entrega para o nosso Estado”, disse.
A avaliação do deputado ocorre em meio a uma disputa proporcional marcada pela tentativa de partidos e federações de montar chapas competitivas. Com diferentes grupos buscando ampliar ou manter suas bancadas, Max considera que o resultado poderá provocar uma mudança significativa na composição da Assembleia a partir do próximo mandato.
















