O candidato ao Senado por Mato Grosso, Antônio Galvan (Avante), classificou o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como “gestor exemplar” e defendeu avanços no ensino público estadual, com destaque para as escolas cívico-militares. As declarações foram feitas nesta segunda-feira (10), durante entrevista à Rádio Cultura.
Ao explicar o apoio a Pivetta, Galvan afirmou que considera a trajetória administrativa do governador e sua participação na gestão de Mato Grosso. Segundo o candidato, a experiência acumulada pelo republicano em Lucas do Rio Verde e no Governo do Estado pesa na avaliação.
“Eu penso muito no Estado, sinceramente, e nós temos ele como um gestor exemplar, porque três mandatos que ele fez dentro de Lucas do Rio Verde já provam isso tudo. E também como sete anos e três meses como vice-governador, com certeza que todas as obras que foram no Estado nesse período têm a participação dele”, afirmou.
Na avaliação de Galvan, Pivetta também teve participação nas melhorias registradas na área da educação durante sua passagem pela gestão estadual.
“O Pivetta deu um exemplo na Secretaria de Ensino também, a melhora que houve dentro do Estado”, declarou.
Galvan defende escolas cívico-militares
Durante a entrevista, Galvan também defendeu o modelo das escolas cívico-militares em Mato Grosso. Para o candidato, a disciplina e as regras de comportamento adotadas nessas unidades são fatores positivos para o ambiente escolar.
Segundo Galvan, pais de estudantes relatam mudanças no comportamento dos filhos depois que eles passaram a frequentar escolas cívico-militares.
Na avaliação do candidato, a formação de valores e o respeito devem começar dentro de casa. Já a escola, segundo ele, precisa manter como principal função o ensino.
“Nós queremos educar nossos filhos, a escola cívico-militar educa também. Mas a escola foi feita para ensinar”, disse.
Galvan também destacou a forma como as escolas cívico-militares lidam com situações de indisciplina. Segundo ele, casos envolvendo estudantes são encaminhados para uma comissão, permitindo que o professor concentre sua atuação nas atividades de ensino.
“O professor está lá para lecionar. O aluno faltou com respeito para o professor, ele leva para essa comissão, denuncia o aluno, leva lá e a comissão vai julgar. É isso que fazem as escolas cívico-militares e está dando certo”, afirmou.
Galvan ainda relacionou a procura por vagas nas escolas cívico-militares ao interesse das famílias pelo modelo de ensino. Segundo ele, os pais buscam essas unidades pela disciplina e pelos resultados apresentados pelos estudantes.
“Por que os melhores alunos hoje estão dentro das escolas cívico-militares? Porque simplesmente colocaram o comportamento como deve ser”, declarou.

















