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FIM DO DEBATE

Debate termina com promessas, críticas e pedidos de voto na disputa pelo Governo de MT

Candidatos encerraram participação em debate com discursos voltados à apresentação de propostas, prestação de contas de suas trajetórias e pedidos de voto ao eleitor mato-grossense

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Os candidatos ao Governo de Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos) Wellington Fagundes (PL) e Natasha Slhessarenko (PSD) encerraram o debate promovido pela Rádio Centro América, realizado na manhã desta terça-feira (18), com discursos voltados à apresentação de propostas, prestação de contas de suas trajetórias e pedidos de voto ao eleitor mato-grossense.

Nas considerações finais, cada candidato buscou reforçar os principais pontos defendidos ao longo do debate. Natasha destacou sua trajetória na medicina e na educação, além de prometer uma administração baseada em transparência e combate à corrupção. Pivetta ressaltou sua experiência na vida pública e os resultados obtidos em gestões anteriores, enquanto Wellington Fagundes apresentou a proposta de um governo baseado em mutirões e diálogo com servidores, prefeitos, vereadores e entidades.

A candidata Natasha Slhessarenko encerrou sua participação destacando a experiência como médica e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Segundo ela, sua trajetória profissional sempre esteve ligada ao cuidado com as pessoas e essa seria a principal marca que pretende levar para uma eventual gestão do Estado.

“Sou médica, também professora da Universidade Federal de Mato Grosso. Eu passei a minha vida toda cuidando de gente. Cresci e vivi cuidando, escutando das pessoas e quero agora cuidar de você”, afirmou.

Natasha também utilizou seu número eleitoral para apresentar dois compromissos que considera fundamentais: não roubar e impedir desvios de recursos públicos.

“Eu poderia aqui dar 55 motivos, para você votar em mim. Mas eu vou lhe dar apenas dois. Eu não vou roubar e não vou deixar que roubem e vou cuidar de gente”, declarou.

A candidata criticou o que classificou como distorções na atuação de parte da classe política e defendeu que agentes públicos estejam submetidos a mecanismos de controle patrimonial. Ela afirmou que pretende exigir declarações de renda anuais dos integrantes do primeiro escalão de seu eventual governo.

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“Todo o meu staff, todo o meu primeiro escalão vai entregar sua declaração de renda todo ano para ver avaliação patrimonial”, disse.

Otaviano Pivetta, por sua vez, encerrou o debate destacando sua trajetória de cerca de três décadas na vida pública e sua experiência administrativa em municípios como Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.

O candidato também agradeceu à família e à sua candidata a vice-governadora, Gisela Simona (União), e afirmou que pretende levar para todo Mato Grosso o modelo de gestão que, segundo ele, foi desenvolvido durante sua atuação como prefeito.

“Eu tenho uma história de 30 anos de serviço público, servindo, e é verdade, foi Lucas do Rio Verde e Nova Mutum que eu atuei diretamente, e lá nós construímos um modelo de sociedade digna, feliz. É isso que eu quero trazer para o Estado de Mato Grosso”, declarou.

Pivetta também citou sua participação na atual administração estadual ao lado do ex-governador Mauro Mendes (União0 e defendeu a continuidade de ações implementadas nos últimos anos, com a promessa de ampliar os investimentos.

“Até agora eu estive ajudando o Mauro Mendes a governar e fizemos muito, fizemos muito no Mato Grosso. Vocês sabem, atuamos em todas as áreas. Nós queremos melhorar mais”, afirmou.

Entre as prioridades apresentadas pelo candidato estão investimentos sociais, qualificação profissional para os jovens, saúde e segurança pública. Pivetta afirmou ainda que pretende ampliar o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) em diferentes regiões do Estado.

“Nós vamos investir mais na área social. Fizemos para investir mais nas pessoas, qualificação dos nossos jovens, a saúde, fazer o SUS funcionar em todos os cantos do Estado de Mato Grosso”, disse.

Na segurança, afirmou que pretende melhorar a resposta do poder público às demandas da população.

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“Fazer com que a nossa segurança pública atenda os anseios do nosso cidadão. Fazer com que o Estado de Mato Grosso seja um espaço próspero, seguro e que atenda bem todos os nossos irmãos e irmãs de Mato Grosso”, declarou.

Wellington Fagundes encerrou sua participação afirmando que pretende “acelerar” Mato Grosso, mantendo ações que considera positivas e corrigindo problemas existentes na administração estadual.

“Eu quero primeiro agradecer a Deus a oportunidade de estar aqui, apresentar todas as propostas. Nós queremos acelerar Mato Grosso, principalmente naquilo que está indo bem, naquilo que está errado nós vamos corrigir”, afirmou.

Uma das principais propostas apresentadas pelo candidato foi a criação de um governo baseado em mutirões e maior diálogo com diferentes setores da sociedade. Wellington destacou especialmente a relação com os servidores públicos e os sindicatos.

“Eu quero pedir aqui a você, servidor público, que nós vamos fazer o governo dos mutirões. Primeiro ato do meu governo vai ser reunir com os sindicatos, porque eu quero dialogar, conversar. Sindicato não pode ser tratado por questões ideológicas”, declarou.

O candidato também afirmou que pretende pagar a Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores e estabelecer uma relação mais próxima com entidades, organizações sociais, prefeitos e vereadores.

“Eu quero pagar o RGA. Eu quero ser do satisfeito, feliz, para me ajudar a governar”, afirmou.

Na infraestrutura, Wellington defendeu a realização de mutirões para concluir obras inacabadas, priorizando unidades consideradas essenciais para a população, como creches, escolas e estruturas de saúde.

“E o meu mutirão será com os prefeitos e vereadores e todos para concluir as obras inacabadas, começando pelas obras que atendem o cidadão, creches, escolas, área de saúde”, disse.

Esse foi o primeiro debate realizado entre os candidatos ao governo de Mato Grosso.

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