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RESPONSABILIDADE FISCAL

Buzetti prevê “grave problema” nas contas públicas em 2027 e alerta para impacto em saúde e educação

Candidata ao Senado afirma que responsabilidade fiscal foi deixada de lado e teme dificuldades para manter serviços básicos

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A candidata ao Senado Margareth Buzetti (PP) prevê um cenário de forte dificuldade fiscal para o Brasil a partir de 2027, independentemente de quem vencer a eleição presidencial deste ano.

Ao comentar o crescimento da dívida pública e a situação das contas do governo federal, a parlamentar afirmou que o próximo ano poderá ser marcado por problemas para manter compromissos básicos da administração pública.

“Eu acho que nós teríamos um grave problema em 2027 financeiro, inclusive com as contas públicas, com o funcionalismo público, e o governo parece que não sente isso”, afirmou.

Para Buzetti, a responsabilidade fiscal deixou de ocupar espaço central na condução das contas públicas. Segundo ela, os efeitos dessa política poderão atingir diretamente áreas essenciais, como saúde e educação.

“É lamentável que a gente vá ter que passar pelo que vamos passar, mas a responsabilidade fiscal foi jogada no lixo”, declarou.

A candidata lembrou ainda um debate eleitoral que teve com o ex-governador Pedro Taques ((PSD), quando foi questionada sobre a possibilidade de o controle de gastos servir como justificativa para reduzir investimentos sociais.

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Na avaliação de Buzetti, o problema ficará mais evidente no próximo ano, independentemente do resultado das urnas.

“Vença quem vencer. O que vai acontecer com a saúde, com a educação, com contas públicas básicas que não serão atendidas”, afirmou.

A parlamentar disse acreditar que o país enfrentará dificuldades para equilibrar as contas e manter a estrutura de serviços públicos caso não haja uma mudança na condução fiscal.

“Eu acredito piamente nisso”, concluiu.

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