O médico Alencar Farina não será candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso. A decisão ocorreu após uma análise jurídica apontar que Farina não se desincompatibilizou de contratos mantidos com o poder público e que sua candidatura poderia colocar a chapa sob risco de inelegibilidade.
A explicação foi dada durante entrevista nesta quinta-feira (13). Segundo Wellington, Farina atua como médico e também possui contratos de prestação de serviços ligados à saúde pública, inclusive ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Quando o nome de Farina passou a ser considerado para a vaga de vice, a situação jurídica foi analisada. Conforme Wellington, o próprio médico já havia alertado que seria necessário verificar se os vínculos profissionais permitiriam a candidatura.
“O fato da não desincompatibilização poderia levar à inelegibilidade da chapa”, explicou o senador.
Após a avaliação jurídica, o grupo decidiu não levar adiante a candidatura de Farina. Wellington afirmou que os contratos mantidos pelo médico com o serviço público foram determinantes para impedir sua participação na disputa.
Apesar de ficar fora da chapa, Farina declarou que continuará apoiando o grupo político. Durante a entrevista, ele relembrou sua trajetória partidária e afirmou que Wellington teve papel importante em seu retorno ao PL.
Farina também confirmou que permanecerá no mesmo campo político nas eleições deste ano e declarou apoio às candidaturas de Flávio Bolsonaro, Wellington Fagundes e dos demais integrantes da coligação.

















