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INVESTIGAÇÃO CONTINUA

UFMT proíbe estudante de frequentar campus durante investigação de lista de “estupráveis”

A UFMT ressaltou ainda que repudia qualquer forma de violência, discriminação, misoginia, racismo, homofobia, xenofobia, etarismo e assédio moral

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) informou por meio de nota nesta quinta-feira (15) que acompanha integralmente os desdobramentos envolvendo estudantes dos cursos de Direito e Engenharia Civil do Campus Cuiabá, após denúncias relacionadas à existência de uma suposta “lista de alunas estupráveis”. Segundo a instituição, medidas administrativas e disciplinares já foram adotadas para apuração rigorosa dos fatos.

Em nota oficial, a universidade afirmou que os procedimentos seguem a Resolução CONSUNI nº 281/2025, que estabelece o Regimento Disciplinar do Corpo Discente da UFMT. A gestão superior destacou que as providências começaram a ser conduzidas logo após a manifestação do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito, responsável por denunciar o caso.

De acordo com a UFMT, as investigações internas estão sendo realizadas em conjunto com as unidades acadêmicas envolvidas, assegurando o devido processo legal, o direito à ampla defesa e a proteção da comunidade universitária.

A universidade também confirmou que, no último dia 14 de maio, a Faculdade de Arquitetura, Engenharia e Tecnologia (FAET) determinou a suspensão preventiva de um estudante do curso de Engenharia Civil. A medida cautelar foi aplicada no âmbito de um procedimento disciplinar instaurado após relatos feitos por estudantes da instituição.

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Conforme a nota, o aluno permanecerá em regime de educação domiciliar e está proibido de frequentar as dependências da universidade durante o andamento da investigação. Além disso, foi vedado qualquer contato com possíveis testemunhas envolvidas no caso.

A UFMT ressaltou ainda que repudia qualquer forma de violência, discriminação, misoginia, racismo, homofobia, xenofobia, etarismo e assédio moral. A instituição afirmou que mantém políticas voltadas ao enfrentamento de violações de direitos humanos e destacou possuir uma Secretaria de Direitos Humanos estruturada institucionalmente, além de atendimento especializado por meio da Sala de Acolhimento e escuta qualificada à comunidade acadêmica.

A nota também informa que os fatos já são acompanhados pelas autoridades policiais, com registros formalizados junto à Polícia Civil, incluindo a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher.

Por fim, a UFMT declarou que irá adotar todas as providências previstas no Regimento Disciplinar Discente assim que as investigações forem concluídas, reforçando o compromisso com uma apuração responsável e baseada nos princípios democráticos e institucionais da administração pública universitária.

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