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CASO Valdivino

Delegado diz que homem morto pela PM não apontou arma para refém antes de ser baleado

Servidor do Liceu Cuiabano, Valdevino Almeida Fidelis morreu baleado durante ação da PM após denúncia de cárcere privado no bairro Goiabeiras

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O delegado Bruno Abreu afirmou que testemunhas ouvidas pela Polícia Civil disseram que Valdivino Almeida Fidelis não apontou uma arma para a cabeça da filha da ex-mulher antes de ser morto durante uma ação da Polícia Militar.

Segundo o delegado responsável pela investigação, os depoimentos indicam que Valdivino abriu a porta da residência segurando um celular em uma das mãos e a chave da casa na outra, enquanto permitia que a jovem deixasse o imóvel.

“A arma dele estava na cintura, por dentro da camisa. Já fazia uns 10 segundos que ele havia colocado lá. Em uma mão, ele estava com o celular; na outra, a chave para abrir a porta”, afirmou em entrevista à TVCA.

Ainda conforme o delegado, as testemunhas relataram que Valdivino não estava com a arma em mãos no momento em que foi atingido pelos disparos.

O caso aconteceu durante uma ocorrência atendida pela Polícia Militar, após informações de que o homem estaria mantendo a filha da ex-companheira em situação de ameaça dentro da residência. Durante a intervenção policial, ele acabou baleado e morreu no local.

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A Polícia Civil investiga as circunstâncias da ação e os relatos apresentados pelas testemunhas.

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