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EM SINOP

Vítimas pedem volta da prisão domiciliar de ‘musa dos investimentos’ após aparição em evento

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A defesa de duas vítimas de um suposto esquema de pirâmide financeira pediu à Justiça o retorno da prisão domiciliar com monitoramento eletrônico da empresária Taiza Tosatt Eleotério Ratola, conhecida como “musa dos investimentos”.

O pedido foi protocolado na 7ª Vara Criminal de Cuiabá após a investigada ser vista na Exponorte, realizada no fim de maio em Sinop. Segundo os advogados, a presença da empresária em shows e eventos com grande público demonstra que ela não apresenta mais as condições de saúde que justificaram a flexibilização de sua prisão.

Taiza foi presa em outubro de 2024 durante a Operação Cleópatra, deflagrada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), que apura um suposto esquema de pirâmide financeira. Ela permaneceu detida na Cadeia Feminina de Colíder até fevereiro deste ano, quando passou a cumprir medidas cautelares.

No pedido encaminhado à Justiça, as vítimas sustentam que a empresária retomou normalmente suas atividades sociais e requerem que ela seja intimada a prestar esclarecimentos sobre sua participação no evento.

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Além da retomada da prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica, a defesa solicita, de forma alternativa, o restabelecimento do monitoramento eletrônico e a proibição de participação em eventos públicos. Fotografias que supostamente mostram Taiza na Exponorte foram anexadas aos autos.

O pedido ainda aguarda análise judicial.

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