O Tribunal do Júri de Cuiabá terá 15 sessões de julgamento ao longo de outubro, entre processos relacionados a crimes dolosos contra a vida. Entre os casos está o de Jackson Pinto da Silva, acusado de feminicídio contra a esposa, a empresária Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos.
O julgamento está previsto para ocorrer durante a programação da Primeira Vara Criminal de Cuiabá, responsável pelo Tribunal do Júri.
Nilza foi assassinada a facadas em maio deste ano. Segundo as informações do processo, o corpo da vítima foi enterrado no quintal de uma residência no bairro Parque Cuiabá. Jackson, apontado como principal suspeito, confessou o crime aos policiais no momento da prisão.
Outro julgamento previsto para outubro é o de Gabriel Ítalo da Silva Costa, marcado para o dia 14, às 13h30. Ele é acusado de participação na morte de uma mulher em julho de 2020, no bairro Pedregal.
Conforme a denúncia do Ministério Público, a vítima teria sido levada até um lava-jato e submetida a um “salve”, espécie de punição aplicada por integrantes de organizações criminosas. Ela teria sido agredida com choques elétricos.
A programação também inclui uma sessão do Mutirão Mais Júri, marcada para 8 de outubro, com dois réus presos na Penitenciária Central do Estado (PCE). O processo envolve três vítimas.
O Tribunal do Júri é responsável pelo julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio e feminicídio. A decisão sobre a culpa ou inocência cabe ao Conselho de Sentença, formado por cidadãos convocados para participar do julgamento.



















