CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
ELEIÇÕES 2026

Prefeitura cria cartilha para servidores em ano eleitoral; saiba o que pode e o que não pode

Material explica regras sobre campanha, pedido de votos, redes sociais, carros oficiais e participação em atos políticos durante as eleições

publicidade

Slide anterior
Próximo slide

Com a chegada do período eleitoral, dúvidas começam a surgir entre servidores públicos: pode declarar apoio a candidato? Usar adesivo? Participar de campanha depois do expediente? E pedir votos aos colegas de trabalho?

Para esclarecer o que é permitido e o que pode resultar em irregularidade, a Prefeitura de Cuiabá elaborou uma cartilha direcionada aos agentes públicos municipais. O material reúne orientações para evitar que atividades políticas se confundam com o exercício da função pública e, principalmente, que a estrutura do município seja utilizada eleitoralmente.

Fora do expediente, o servidor pode exercer seus direitos políticos e participar de atividades eleitorais como qualquer cidadão. O cuidado está em não vincular essa atuação à função pública nem utilizar recursos, equipamentos ou canais institucionais.

Dentro da repartição e no horário de trabalho, as restrições aumentam. Não é permitido distribuir santinhos e adesivos, organizar compromissos de candidatos nem gravar vídeos, áudios ou transmissões de caráter político.

A estrutura da Prefeitura também não pode entrar na campanha. Computadores, impressoras e outros equipamentos públicos não podem ser utilizados para produzir material eleitoral. A mesma regra alcança e-mails, grupos de WhatsApp, redes sociais e outros canais institucionais.

Leia Também:  Lei Seca prende seis e remove 49 veículos durante blitz em Cuiabá

Outro alerta importante é para a relação entre chefes e subordinados. A cartilha proíbe pressionar servidor para apoiar ou votar em determinado candidato, ameaçar exoneração em razão de posicionamento político e constranger funcionários a participar de campanha. A orientação alcança inclusive situações em que a atividade política ocorreria fora do expediente.

E O CARRO OFICIAL?

Veículos públicos não podem ser utilizados para transportar pessoas a comícios, reuniões ou outros eventos políticos, nem colocados à disposição de atividades eleitorais. O documento também recomenda cuidados com veículos particulares que exibam propaganda eleitoral quando estacionados em repartições públicas.

PROGRAMAS SOCIAIS E PUBLICIDADE

Benefícios e programas mantidos pelo poder público não podem ser utilizados para promover candidatos ou partidos. A cartilha também alerta para a distribuição de brindes com finalidade eleitoral.

Nas redes e demais canais oficiais, a publicidade deve manter caráter institucional. O material orienta contra promoção pessoal de gestores, conteúdo eleitoral e associação de obras ou serviços públicos a candidaturas.

O QUE ACONTECE SE DESCUMPRIR?

As consequências dependem da irregularidade. A cartilha cita desde advertência e suspensão até demissão, destituição ou exoneração. Também podem existir repercussões eleitorais, civis e penais, além de multa e, nos casos aplicáveis a candidatos, inelegibilidade.

Leia Também:  Greve dos Correios começa em todo o Brasil e deve afetar entregas em Mato Grosso

A cartilha foi produzida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Controladoria-Geral e da Ouvidoria-Geral, e busca orientar os servidores para que a disputa eleitoral permaneça separada do funcionamento da administração municipal.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade