Ao abordar o assunto, Teis afirmou que tomou conhecimento dos comentários que circulavam a respeito de sua aposentadoria e ressaltou que não pretende deixar o cargo neste momento. Segundo ele, embora tenha recebido sugestões de pessoas próximas para encerrar a carreira, ainda se sente disposto a continuar trabalhando.
“Pensei, francamente, houve, assim, pessoas me pedindo, Valdir, aposenta-se, você já trabalhou demais, mas eu acho que eu ainda tenho muito para trabalhar”, declarou.
O conselheiro também destacou que não vê motivos para interromper suas atividades no tribunal e demonstrou disposição para continuar contribuindo com os trabalhos de fiscalização e controle externo realizados pela instituição.
“E o que eu vou fazer se eu me aposentar? Não tenho nada para fazer, então eu vou continuar”, afirmou durante a sessão.
Na sequência, o conselheiro reforçou que pretende permanecer atuando dentro de suas possibilidades, colaborando com os demais integrantes da Corte de Contas. Ele também ressaltou a importância de continuar participando das atividades do órgão e de contribuir para o fortalecimento da instituição.
“Eu vou continuar aqui, fazendo companhia a todos”, disse.
O conselheiro associou sua permanência ao compromisso com a função pública e agradeceu pela oportunidade de continuar exercendo o cargo. Ele ainda reafirmou seu vínculo com o tribunal e o desejo de seguir trabalhando em defesa das atribuições da Corte.
“Enfim, cumprindo a missão que Deus me outorgou, e a graça de poder estar aqui também, que é privilégio de poucos, mas eu vou continuar no Tribunal de Contas, graças a Deus. Estaremos juntos, lutando por esse tribunal sempre”, declarou.
Por fim, Waldir Teis foi enfático ao afastar a possibilidade de uma saída imediata e afirmou que não há aposentadoria prevista neste momento.
“Então, só para deixar bem claro para todos que não têm aposentadoria à vista”, concluiu.
A manifestação ocorre em meio às especulações sobre uma possível aposentadoria, o que abriria a vaga para um novo conselheiro. A vaga para o próximo conselheiro pertence a uma indicação da Assembleia Legislativa e deputados estaduais já estariam articulando nos bastidores os nomes para uma eventual indicação.





















