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DEFENDEU O ALIADO

“Quando é Bolsonaro, tudo vira ilegal”, diz José Medeiros sobre caso do Banco Master

O parlamentar ainda mencionou suspeitas de vazamentos dentro das investigações e afirmou que servidores da PF teriam sido afastados após supostas irregularidades

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O deputado federal José Medeiros (PL) minimizou a repercussão envolvendo o pedido de patrocínio para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, citado após declarações do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Segundo Medeiros, o episódio foi ampliado por adversários políticos em meio ao ambiente pré-eleitoral de 2026.

Durante entrevista na Rádio Capital, o parlamentar afirmou que o assunto não passa de “espuma pura” e comparou a situação a “chope sem álcool”, ao defender que não houve irregularidade no pedido de apoio cultural junto ao Banco Master.

Medeiros disse que, na época em que ocorreu a solicitação, a instituição financeira tinha boa reputação em Brasília e era vista como alternativa ao domínio dos grandes bancos no país.

“O banco era bem visto em Brasília porque vinha como uma alternativa ao monopólio bancário, principalmente em contratos com prefeituras e órgãos públicos”, afirmou nesta segunda-feira (18).

O deputado falou ainda que o financiamento de projetos culturais por empresas privadas é uma prática comum e que, segundo ele, não foi identificado qualquer indício de crime envolvendo Flávio Bolsonaro.

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“A questão de patrocínio cultural é muito normal. A Polícia Federal chegou à conclusão de que não tinha crime nenhum. Então a gente pergunta: se não havia indício de crime, por que isso vazou?”, questionou.

O deputado também criticou o que classificou como tratamento desigual dado pela mídia e por setores políticos quando o assunto envolve integrantes da família Bolsonaro. Na entrevista, ele citou produções audiovisuais relacionadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comparar a repercussão dos casos.

“Quando se trata de Bolsonaro, tudo vira ilegal. Colocam como se fosse crime. Já em outros casos, como filmes ligados ao Lula, ninguém questionava nada”, declarou.

O parlamentar ainda mencionou suspeitas de vazamentos dentro das investigações e afirmou que servidores daPolícia Federal teriam sido afastados após supostas irregularidades na condução de informações sigilosas.

“Depois descobrimos que havia infiltrados vazando informações. Um delegado e um agente acabaram sendo retirados. Em período eleitoral, tudo isso acaba sendo explorado politicamente”, completou.

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