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PROMETEU ENTREGAR

Pivetta mantém cronograma do BRT, promete expansão para a Fernando Corrêa e defende saída de secretário durante audiência

Para o governador, a prioridade é colocar em operação o trecho que liga o Aeroporto Marechal Rondon ao Centro Político Administrativo (CPA).
Foto: 24 Horas MT

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou nesta terça-feira (14) que mantém o compromisso de concluir os dois primeiros trechos do BRT entre Cuiabá e Várzea Grande até o fim deste ano e iniciar, na sequência, a expansão do sistema pela Avenida Fernando Corrêa da Costa, em direção ao Distrito Industrial.

A declaração foi dada ao ser questionado sobre o futuro da obra e a possibilidade de mudanças no modal, diante dos problemas enfrentados desde a implantação do antigo projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e das dificuldades relatadas durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

Segundo Pivetta, a prioridade é colocar em operação o trecho que liga o Aeroporto Marechal Rondon ao Centro Político Administrativo (CPA).

“Primeiro, nós vamos botar para funcionar os trechos 1 e 2, que são do Aeroporto ao CPA. Botar os ônibus para rodar. Isso acontecendo até o final deste ano, começa o trecho para a Fernando Corrêa. E depois os outros necessários.”

O governador defendeu o modelo do BRT e afirmou que ele permite futuras ampliações para outras regiões da cidade.

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“Esse modelo de transporte, o BRT, é dinâmico, é versátil. É possível ir para todos os bairros com ramais exclusivos, com um custo relativamente baixo e com eficiência.”

Defesa de secretário e críticas ao histórico do VLT

Pivetta também comentou a saída antecipada do secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, da audiência pública realizada na segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa.

O governador afirmou que o secretário possui uma trajetória “exemplar” à frente da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) e atribuiu o episódio à insatisfação de Marcelo por não conseguir expor o que pensava sobre o histórico do antigo projeto do VLT.

“O Marcelo não tem nenhum histórico de malversação de dinheiro público. A trajetória dele de sete anos e meio na Sinfra é exemplar.”

Pivetta voltou a associar os problemas do VLT aos casos de corrupção investigados durante a implantação do modal e afirmou que houve inversão na execução do projeto.

“Nós todos sabemos que os veículos foram adquiridos antes mesmo de fazer os trilhos, o que é uma inversão completamente estranha. Depois houve delação e confissão de corrupção, de todo tipo de corrupção.”

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Ao comentar o episódio da audiência, o governador disse que o secretário pretendia relacionar as investigações sobre o VLT ao cenário político da época, mas ponderou que ele deveria ter permanecido na Assembleia para prestar todos os esclarecimentos.

“Nós temos obrigação de, ao ser convocado pela Assembleia, ir lá e dar todos os esclarecimentos necessários. Ele poderia ter falado tudo, dado os esclarecimentos que tinha que dar e também ter falado aquilo que queria dizer.”

Apesar das críticas ao histórico do VLT, Pivetta reafirmou que o Governo do Estado manterá o cronograma das obras do BRT e pretende expandir o sistema após a conclusão dos dois primeiros trechos entre Cuiabá e Várzea Grande

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