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DETONOU AUSÊNCIA

Galvan mira Janaína, questiona suplentes e cobra presença em debates: “Tem explicação para dar”

Galvan afirmou ainda que sua candidatura faz parte de um projeto que, segundo ele, pretende promover mudanças nas instituições brasileiras

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O candidato ao Senado Antônio Galvan (Avante) criticou a ausência de Mauro Mendes (União) e Janaína Riva (MDB) em um debate entre postulantes à segunda vaga de Mato Grosso no Senado nesta quinta-feira (17). Durante entrevista, Galvan afirmou que os eleitores precisam cobrar explicações dos candidatos que não participam dos confrontos e questionou a escolha de suplentes para as chapas.

Segundo Galvan, a ausência em debates impede que os candidatos apresentem suas propostas e respondam a questionamentos diante da população. Ele também fez críticas a nomes que, segundo sua avaliação, possuem compromissos políticos ou familiares que comprometeriam a atuação no Senado.

“A população sabe realmente quem está comprometido com o processo e não comparece em debates. Por quê? Tem muita explicação para dar à sociedade, não dá”, declarou.

Na sequência, o candidato mencionou outros concorrentes e fez críticas à atuação de parlamentares, afirmando que alguns deles adotariam posições favoráveis ao governo federal. Galvan também questionou candidatos que, segundo ele, manifestam apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Outro já está lá dentro, como eu falei, Carlos Fávaro, 100% votando com o PT, 100% votando. Com esse desgoverno que está aí, vota mais favorável que o próprio PT. Outro pede voto para o Lula”, afirmou.

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Ao falar sobre a disputa pelas duas cadeiras do Senado em Mato Grosso, Galvan declarou que, em sua avaliação, apenas dois candidatos teriam condições de desempenhar o papel que considera necessário para o Estado. Ele se colocou entre esses nomes e afirmou que não se responsabiliza pelas propostas dos demais concorrentes.

“Acredito que só sobram dois candidatos aqui no Mato Grosso para o Senado, para poder fazer o trabalho que precisa ser feito. E um deles sou eu. Pelos outros, eu não assino, não”, disse.

Galvan também direcionou parte das críticas à composição das chapas, especialmente à escolha de suplentes de Janaína Riva. Sem apresentar novos elementos durante a entrevista, ele cobrou esclarecimentos sobre denúncias e questionamentos envolvendo os nomes escolhidos.

O candidato também citou investigações relacionadas a um dos suplentes e fez referência às apurações envolvendo supostos desvios de recursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“E agora, traz dois suplentes investigados, inclusive um deles, sobre a questão dos desvios do INSS”, afirmou.

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Em outro momento, Galvan questionou a ausência de respostas públicas que, segundo ele, deveriam ser apresentadas durante os debates. Também citou acusações feitas pelo ex-governador e candidato ao Senado Pedro Taques e cobrou esclarecimentos dos envolvidos.

“Então, tem as denúncias que estão colocadas, por que eles não vieram aqui explicar? Por que que não traz a comprovação, realmente, das acusações feitas pelo também candidato Pedro Taques? Fugir do debate é a solução? Janaína, fugir do debate é a solução?”, questionou.

Galvan afirmou ainda que sua candidatura faz parte de um projeto que, segundo ele, pretende promover mudanças nas instituições brasileiras. O candidato incluiu no discurso críticas ao Executivo federal, ao Congresso Nacional e ao Judiciário.

“Estou nessa missão para moralizar o nosso país, desde a nossa Câmara Federal, nosso Senado, a nossa Justiça e, principalmente, hoje, tem quem está dentro do Poder Executivo Nacional, não tem caminhamento a jeito disso”, declarou.

 

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