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COBRANÇA AO SENADO

Galvan cobra reação do Senado e defende impeachment de ministros do STF

Pré-candidato ao Senado por Mato Grosso critica suposta omissão de parlamentares e afirma que a Casa precisa cumprir seu papel constitucional diante do que considera excessos do Supremo.

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O produtor rural e pré-candidato ao Senado por Mato Grosso, Antonio Galvan (Avante), voltou a endurecer o discurso contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu que o Senado Federal cumpra seu papel constitucional diante do que considera excessos praticados por integrantes da Corte.

Em um novo pronunciamento, Galvan também criticou a postura de parlamentares que, segundo ele, se omitem diante da atual situação política e institucional do país. Para o pré-candidato, a crise enfrentada pelo Brasil passa diretamente pela atuação de ministros do STF e pela falta de posicionamento do Senado Federal, responsável por analisar eventuais pedidos de impeachment contra integrantes da Suprema Corte.

Na avaliação de Galvan, a ausência de uma reação mais firme por parte dos senadores enfraquece o equilíbrio entre os Poderes e compromete a confiança da população nas instituições. “O nosso problema está dentro da Suprema Corte, que dá guarida para aqueles políticos que continuam lá. Tem ministro que virou igual. O Senado precisa enfrentar essa situação”, declarou.

Galvan critica senadores de Mato Grosso

O pré-candidato também direcionou críticas aos senadores de Mato Grosso e afirmou que faltou coragem para enfrentar o debate sobre pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo Galvan, o impeachment é um instrumento previsto na Constituição e deve ser utilizado sempre que houver fundamento legal para responsabilizar autoridades.

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Na avaliação dele, os parlamentares não deveriam se omitir diante de situações que, segundo sua interpretação, justificariam a abertura de um processo contra integrantes do STF. Galvan afirmou que ninguém deve ser alvo de um processo de impeachment sem motivo e citou os casos dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Fernando Collor de Mello para defender que o instrumento deve ser utilizado quando houver, na avaliação do Senado, razões para a responsabilização.

“Senador covarde aqui de Mato Grosso não teve coragem de fazer esse enfrentamento. Ninguém faz impeachment de alguém à toa. Nem da Dilma, nem do Collor. Você faz porque a pessoa merece, porque participou da coisa errada”, afirmou.

Pré-candidato cobra atuação do Senado

Ao encerrar sua fala, Antonio Galvan voltou a defender que o Senado Federal assuma a responsabilidade atribuída à Casa e cumpra sua função constitucional diante da atual conjuntura política. O pré-candidato afirmou que os senadores precisam ter coragem para enfrentar o debate sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal e analisar os pedidos de impeachment apresentados contra ministros da Corte.

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Para Galvan, a omissão dos parlamentares contribui para o agravamento da crise institucional e impede que o Senado exerça plenamente sua função de fiscalização e responsabilização prevista na Constituição.

“O Senado precisa ter coragem de cumprir o seu papel”, concluiu.

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