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APÓS DISCUSSÃO

“A estrada era um atoleiro”, relembra Max ao defender obra da MT-130

Max ainda ressaltou que tanto o Tribunal de Contas do Estado quanto a Assembleia Legislativa têm papel fiscalizador sobre a execução das obras públicas
Max Russi defendeu a escolha de Cattani para presidir a comissão sobre feminicídio e disse que homens também têm dever de proteger mulheres

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O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), comentou a discussão envolvendo o senador Wellington Fagundes (PL) e o ex-governador Mauro Mendes (União) sobre a qualidade da pavimentação da MT-130 e afirmou que, caso sejam confirmados problemas na execução da obra, a empresa responsável deve ser acionada para corrigir os defeitos dentro do prazo de garantia.

Segundo Max, o mais importante foi a realização da obra em uma região que historicamente enfrentava dificuldades de acesso, mas ressaltou que isso não isenta a construtora de responsabilidades.

“Fez a obra mal feita. Fez a obra, e agora está tendo essa discussão. Acho que se fez a obra mal feita, eu particularmente não estive por lá por esses dias. Tem que notificar a empresa que fez a obra. A obra tem cinco anos de garantia. Tem que ser refeita, arrumada, consertada, corrigida”, declarou.

O presidente da Assembleia lembrou que a estrada já foi praticamente intransitável no passado e destacou que a pavimentação representou um avanço para a região.

“Aquela estrada, eu conheci há muito tempo atrás. Na época de estudo não passava ninguém. Era atoleiro, dificuldade. O Estado foi lá, assumiu a responsabilidade e fez uma obra. Se não entregou com a qualidade que tinha de entregar, tem que notificar a empresa e tomar providências”, afirmou.

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Max ainda ressaltou que tanto o Tribunal de Contas do Estado quanto a Assembleia Legislativa têm papel fiscalizador sobre a execução das obras públicas.

“O Tribunal de Contas está fazendo esse trabalho fiscalizando. A Assembleia pode fazer esse trabalho fiscalizando. E o governo está tomando providência”, completou.

Ao falar sobre críticas direcionadas à Comissão de Infraestrutura da Assembleia, acusada de não acompanhar de perto problemas em grandes obras estaduais, como o Portão do Inferno, a MT-030 e a própria MT-130, Max negou ter conhecimento de omissão por parte do colegiado, mas admitiu que irá cobrar informações dos parlamentares responsáveis.

“Não tenho esse conhecimento. Eu presencio a comissão trabalhando bem. As denúncias que chegaram, eles têm que apurar. Vou tomar pé disso, vou dar uma olhada nisso, procurar os membros da comissão. O que eu posso fazer é levar essa informação vinda pela imprensa à comissão e ver como eles estão tocando o trabalho nisso”, declarou o presidente da Casa.

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