A advogada Dayanne Rodruigues que defende a família de Olga, de 12 anos, contestou a versão apresentada pelo pai sobre a suposta motivação do crime. Segundo ela, a criança sequer possuía telefone celular e levava uma rotina compatível com a idade.
De acordo com a defensora, a menina conversava com o pai utilizando o aparelho da mãe e, quando estava com ele, falava com a mãe pelo celular do próprio pai.
“A Olga não tinha celular. A mãe diz que ela ainda brincava de boneca e que suas amizades eram crianças de aproximadamente oito anos”, afirmou.
Por esse motivo, a advogada considera improvável a hipótese de que a menina estivesse mantendo conversas frequentes com um garoto por aplicativo de mensagens, como teria sido alegado.
Ela ressaltou, no entanto, que a definição da motivação do crime cabe exclusivamente à investigação policial, que ainda analisa depoimentos, provas e outras hipóteses, incluindo a possibilidade de influência de álcool ou drogas.
Enquanto as diligências continuam, a família aguarda a conclusão do inquérito para esclarecer o que levou à morte da criança.





















