CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CUIABÁ
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Slide anterior
Próximo slide
Slide anterior
Próximo slide
na delegacia de sorriso

Investigador estuprou presa 4 vezes e ameaçou matar filha dela

publicidade

A defesa de uma mulher que esteve sob custódia policial denunciou uma série de abusos sexuais supostamente praticados por um investigador da Polícia Civil durante o período em que a vítima permaneceu detida em uma delegacia, em Sorriso (420 km ao norte de Cuiabá). Segundo o advogado da vítima, os crimes ocorreram ao longo de aproximadamente 12 horas, enquanto ela estava recolhida na unidade policial.

De acordo com o relato apresentado pelo advogado Walter Rapuano, a mulher foi presa no dia 8 de dezembro de 2025 e passou por audiência de custódia no dia seguinte. Após o procedimento judicial, ela foi conduzida para exames de rotina na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) pelo próprio policial que, posteriormente, viria a ser apontado como autor dos crimes.

Ainda conforme a defesa, durante o período em que permaneceu detida na delegacia, a vítima teria sido retirada da cela em diferentes momentos e levada a salas isoladas, onde sofreu violência sob ameaças constantes. O advogado afirma que, à época, a mulher não conhecia a identidade do agressor, mas forneceu descrições físicas que permitiram a identificação do suspeito.

Leia Também:  Duas pessoas morrem em colisão frontal entre carro e carreta na BR-163

No dia 10 de dezembro, a detenta foi transferida para a cadeia feminina de Arenápolis, onde permaneceu até ser colocada em liberdade, dois dias depois. Assim que deixou o sistema prisional, ela relatou os fatos ao advogado, que acionou imediatamente os órgãos competentes.

No dia 13 de dezembro, a vítima, acompanhada do marido, formalizou a denúncia junto ao Ministério Público de Mato Grosso. Na mesma data, realizou exame pericial, no qual foram identificados indícios de material genético compatíveis com o do agressor, conforme informado pela defesa.

Com o avanço das investigações, testemunhas foram ouvidas e houve a coleta de material genético de todos os policiais lotados na delegacia. O laudo pericial foi concluído em 30 de janeiro e, aliado a outros elementos probatórios, fundamentou o pedido de prisão preventiva do investigador, que foi cumprido no último domingo (1º).

Em manifestação pública, a defesa destacou a expectativa de que o caso resulte em responsabilização exemplar do acusado. Também cobrou mudanças nos protocolos adotados pela Polícia Civil, especialmente quanto ao acompanhamento obrigatório por policiais do sexo feminino em procedimentos que envolvam mulheres privadas de liberdade.

Leia Também:  Câmera registra momento em que Land Rover mata criança de 4 anos após atingir carro

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

Slide anterior
Próximo slide

publicidade

publicidade