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EXPEDIÇÃO FLUVIAL

Wilson Santos organiza 3ª expedição no rio Cuiabá para mapear irregularidades

A ação será feita entre 9 e 13 de março e deve percorrer municípios da bacia para registrar problemas ambientais e ouvir ribeirinhos e pescadores.

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) começou a organizar a 3ª edição da Expedição Fluvial pelo rio Cuiabá para identificar pontos críticos e mapear irregularidades ao longo da bacia. Nesta quinta-feira (12), ele se reuniu com o grupo de trabalho e definiu que a ação ocorrerá entre os dias 9 e 13 de março.

Segundo o parlamentar, a expedição vai percorrer toda a extensão do rio Cuiabá, desde a barragem de Manso até a divisa com Mato Grosso do Sul. Wilson afirmou que o objetivo é observar agressões ao rio, identificar fatos, ouvir populações ribeirinhas e produzir um relatório atualizado sobre a situação do manancial.

A previsão é que o grupo navegue pelo rio Cuiabá entre os municípios de Chapada dos Guimarães, Rosário Oeste, Acorizal, Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço e Poconé. Durante o trajeto, a equipe pretende registrar situações como quantidade de dragas e tablados, presença de lixo e esgoto, impactos na qualidade da água e na fauna aquática, além de degradação ambiental e desmatamento no entorno, com efeitos como assoreamento.

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Pescadores e transporte zero

Wilson Santos, que preside o Observatório da Pesca da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), instituído pela Lei nº 12.197/2023, também deve usar a expedição para dialogar com ribeirinhos e pescadores. A intenção, conforme o deputado, é obter um parâmetro sobre a situação da categoria desde a entrada em vigor da Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, há cerca de dois anos.

Quem participa da ação

Além da ALMT, o grupo de trabalho conta com representantes da Marinha do Brasil, por meio da Capitania Pluvial de Mato Grosso, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Cuiabá, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), prefeituras e Câmaras de Vereadores dos municípios da área de abrangência do rio Cuiabá, além de doutores, cientistas e estudiosos do tema.

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