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MONOPÓLIO DA DIREITA

Vídeo: Diego chama presidente do PL de “Ananico” e critica tentativa de “curral” da direita em Mato Grosso

Deputado do Republicanos reage a declaração de Ananias Filho (PL) sobre ideologia do partido e defende alianças amplas no campo conservador.
Diego Guimarães critica Ananias Filho e diz que PL tenta monopolizar a direita em Mato Grosso. Deputado defende alianças amplas no campo conservador

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) rebateu, nesta quarta-feira (25), as declarações do presidente do Partido Liberal (PL) em Mato Grosso, Ananias Filho (PL), que questionou o posicionamento ideológico do Republicanos ao afirmar que a legenda não integra a direita em Mato Grosso.

Logo após a fala do dirigente do PL, Diego Guimarães classificou a declaração como uma tentativa de restringir o campo conservador a uma única sigla. Segundo ele, a direita em Mato Grosso é mais ampla e não pode ser monopolizada por um partido.

Durante o discurso, o parlamentar ironizou o presidente do PL e passou a chamá-lo de “Ananico”. “Vou mudar o nome do presidente do PL no Estado. A partir de agora vai ser Ananico, pequeno. Ele pensa pequeno e age pequeno, porque tenta fazer da direita um curral dele, do partido dele”, afirmou.

Direita em Mato Grosso

Além disso, Diego Guimarães declarou que a direita em Mato Grosso representa cerca de 70% da vontade popular do estado. Para o deputado, ao tentar desqualificar o Republicanos, o dirigente do PL busca concentrar o eleitorado conservador em torno de uma única legenda.

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Segundo ele, essa postura enfraquece o debate político e reduz a construção de alianças necessárias para o fortalecimento do campo conservador tanto no estado quanto no país.

Alianças nacionais

O parlamentar também defendeu a formação de alianças com partidos de centro como estratégia eleitoral. Ele citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), como exemplos de articulação política que ultrapassa divisões partidárias.

“Tenho certeza de que o senador Flávio Bolsonaro não pensa dessa forma. Ele sabe que precisa do Republicanos, do União Brasil e de um arco de alianças mais amplo. Precisa de lideranças como Tarcísio de Freitas e Otaviano Pivetta. Precisamos pensar maior, pensar no Brasil”, declarou.

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