A ex-deputada federal Rosa Neide (PT) afirmou que a federação formada por PT, PV e PCdoB avança na construção de uma chapa competitiva para a disputa à Câmara dos Deputados em Mato Grosso. Segundo ela, o grupo trabalha na fase final de definição dos nomes, priorizando critérios estratégicos e eleitorais para fortalecer o desempenho nas urnas.
De acordo com a ex-parlamentar, atualmente há 12 pré-candidatos colocados, mas a meta é consolidar uma chapa com nove nomes. Entre os cotados, ela destacou lideranças com diferentes perfis e bases regionais, consideradas fundamentais para ampliar o alcance político da federação.
“Olha, nós estamos hoje com 12 nomes para a gente finalizar com nove. Além do meu nome, nós temos Dona Neuma, ex-primeira-dama de Rondonópolis, nós temos o ex-senador Antero Paes de Barros, nós temos o ex-prefeito de Juína por três vezes, Altir Peruzo, nós temos a professora Graciele, que foi vereadora de Sinop também, nós temos doutor Sérgio, do município de Cáceres, que foi candidato a prefeito, nós temos Girotto, vereador de Rondonópolis, nós temos Léo, aqui de Cuiabá, que foi candidato a vereador na eleição passada. Então, assim, nós temos nomes que eu creio que vão formar uma chapa muito interessante”, afirmou.
Rosa Neide avaliou que o conjunto de pré-candidatos reúne potenciais “puxadores de voto”, o que pode contribuir para o desempenho coletivo da federação tanto na pré-campanha quanto durante o período eleitoral.
“Vai fazer aí uma disputa eleitoral, primeiro nessa pré-campanha e depois na campanha, que fará com que a federação eleja e chegue ao Congresso com bastante tranquilidade”, acrescentou.
Sobre a divisão interna entre os partidos que compõem a federação, a ex-deputada ressaltou que o diálogo tem sido conduzido de forma consensual, sem a rigidez de critérios adotados em eleições anteriores.
“PT, PV e PCdoB. Nós estamos numa discussão muito harmonioso. Os nomes que sobrarem, o convencimento é para ir para a chapa de estadual. Não tem essa disputa de três para cada um, como a gente fez da outra vez. A análise está sendo de cada nome, para um nome que soma mais votos”, explicou.
Ela destacou ainda que o processo de escolha envolve avaliações qualitativas e regionais, levando em conta o potencial eleitoral de cada pré-candidato.
“A gente junta um grupo, faz uma avaliação qualitativa das possibilidades da região que a pessoa está. E aí a gente já vai avaliar até o final, estamos fechando cada situação, conversando com os companheiros, para fechar os nove nomes com foco na eleição e nos votos, não na questão de que é de um partido ou de outro. Está muito tranquila essa relação”, concluiu.



















