As críticas de adversários e até de antigos aliados de que o grupo político liderado pelo governador Mauro Mendes (União), seria restrito e privilegiaria apenas um círculo próximo foram rebatidas pelo candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Otaviano Pivetta, deputado federal Fábio Garcia (União). Segundo ele, a formação da equipe de governo ao longo dos últimos anos demonstra justamente o contrário: a escolha de secretários e gestores foi baseada na capacidade técnica, independentemente de filiação partidária ou proximidade política.
Durante entrevista nesta quarta-feira (05), Fábio afirmou que a administração estadual reuniu representantes de diferentes legendas e lideranças políticas, o que, segundo ele, desmonta a narrativa de que apenas um grupo seleto teria espaço dentro do governo.
“Não, a gente compôs, por exemplo, um governo com secretários de diversos partidos. A gente teve secretário do MDB, a gente teve secretário indicado pelo senador Jayme Campos. Portanto, faziam parte, eram secretários de primeiro escalão do governo”, declarou.
O candidato também destacou que diversos integrantes da atual gestão sequer possuíam relação anterior com o núcleo político de Mauro Mendes. Conforme explicou, muitos profissionais conquistaram espaço à medida que demonstraram competência no exercício de suas funções.
“E muita gente que a gente também não conhecia foi conhecendo ao longo da caminhada e que, pela competência, se tornaram secretários e pessoas que estão nos ajudando a conduzir Mato Grosso”, afirmou.
Para Fábio Garcia, a composição da equipe sempre priorizou critérios técnicos, sem distinção entre partidos ou grupos políticos. Ele sustentou que a análise de cada indicação foi pautada pelo potencial de contribuição para a administração estadual.
“Portanto, não tem isso de ser grupo pequeno, grupo restrito. Na verdade, nós sempre prezamos pela capacidade das pessoas de poder ajudar a administrar e sempre analisamos com muito carinho cada nome que nos foi apresentado, sem falar de partidos, sem falar dessas questões, mas sim a gente poder analisar os nomes que nos chegavam para que a gente pudesse montar a melhor equipe possível. Sempre foi feito assim”, concluiu.
















