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eleições 2026

Ananias descarta Lucimar como vice de Wellington e diz que aliança com União Brasil é “impensável”

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O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, descartou qualquer possibilidade de a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, integrar uma eventual chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes nas eleições de 2026. Segundo o dirigente partidário, não existe diálogo entre o Partido Liberal e a Federação União Progressista (UP), o que inviabiliza qualquer composição nesse momento.

A declaração foi feita nesta sexta-feira (19), após voltarem a circular especulações sobre uma possível aliança entre os grupos políticos de Wellington Fagundes e do senador Jayme Campos.

Em entrevista à Rádio Cultura, Ananias foi categórico ao rejeitar a hipótese de Lucimar ocupar a vaga de vice-governadora em uma chapa do PL.

“Isso é impensável, até porque eles fazem parte de uma federação que nós não estamos nem conversando com eles. Eles não mudaram de partido, então está acabado, pronto e terminado”, afirmou.

A possibilidade de aproximação entre os grupos foi levantada pelo próprio Jayme Campos durante agenda política no interior do estado. Na ocasião, o senador relatou ter sugerido uma composição em que o nome melhor posicionado nas pesquisas disputaria o governo, com apoio do outro grupo político. Pela proposta, a esposa do candidato que abrisse mão da disputa ocuparia a vaga de vice-governadora.

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Apesar da sinalização pública, Ananias reforçou que não existe qualquer tratativa oficial dentro do PL para viabilizar esse cenário.

“Não existe essa posição”, declarou.

Embora Wellington Fagundes tenha confirmado recentemente conversas com Jayme Campos e admitido a possibilidade de discutir apoio em um eventual segundo turno, o presidente estadual do PL sinalizou que, neste momento, não há entendimento político entre as siglas para a formação de uma aliança eleitoral.

O debate ocorre em meio às articulações para a sucessão estadual de 2026. No União Brasil, a eventual candidatura de Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso ainda enfrenta indefinições internas, enquanto lideranças ligadas ao grupo do governador Otaviano Pivetta defendem a continuidade do projeto político liderado pelo atual chefe do Executivo estadual.

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