Um professor foi agredido por dois alunos dentro de sala de aula na tarde de quinta-feira (23), na Escola Estadual Cívico-Militar Heliodoro Capistrano da Silva, localizada no bairro Parque Cuiabá, na capital.
De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe do 9º Batalhão foi acionada para atender a ocorrência envolvendo agressão a um docente dentro da unidade escolar.
No local, o professor relatou que o desentendimento começou no início da aula, após um dos alunos ser advertido a sentar no lugar previamente definido no mapa de sala. Mesmo após orientações reforçadas por um monitor, o estudante desobedeceu e mudou de assento.
Ao tentar intervir e reorganizar a sala, o professor se aproximou do aluno e tocou em seu ombro, recolhendo o caderno com a intenção de conduzi-lo ao lugar correto. Nesse momento, um segundo estudante se levantou e desferiu um tapa no tórax do educador, empurrando-o contra a parede.
Na sequência, o primeiro aluno também agrediu o professor com um tapa nas costas. Ainda segundo o relato, o estudante que iniciou a agressão continuou tentando atingir o docente, que utilizou um caderno para se proteger.
Diante da situação, a direção da escola acionou os responsáveis e a Polícia Militar. Os dois alunos foram encaminhados à Central de Flagrantes para as providências cabíveis. Conforme a PM, eles não apresentavam lesões, e não houve necessidade do uso de algemas.
O caso foi registrado como injúria real e será apurado pelas autoridades competentes.
NOTA À IMPRENSA
Sobre o episódio de agressão física contra um professor durante atividade em sala de aula, envolvendo um estudante da Escola Estadual Heliodoro Capistrano da Silva, a Diretoria Metropolitana de Educação (DME) informa que a gestão da unidade adotou, assim que tomou conhecimento do fato, as providências cabíveis, conforme os protocolos institucionais e a legislação vigente.
O professor recebeu atendimento e acompanhamento, e o caso foi encaminhado aos órgãos competentes. Em relação ao estudante, foram aplicadas as medidas pedagógicas e disciplinares previstas, observados os trâmites legais e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A escola reforça que situações de violência são tratadas com seriedade e responsabilidade, preservando a identidade, a integridade e a privacidade dos envolvidos.




















