O delegado Bruno Abreu afirmou nesta sexta-feira (9) que recebeu informações preliminares sobre uma lesão provocada por faca na região do saco escrotal do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, encontrado morto após quase duas semanas desaparecido. A causa da morte, no entanto, ainda não foi confirmada e depende do laudo da necropsia.
Segundo o delegado, inicialmente havia sido informado a ele que não existiam indícios de corte no pênis da vítima. Posteriormente, porém, uma nova informação recebida da perícia apontou a existência de uma lesão na região genital.
“Eu vou esperar o laudo e a necropsia. Foi um adiantamento que me deram”, afirmou Abreu, ao explicar que havia solicitado informações específicas sobre possíveis lesões nessa parte do corpo.
Questionado se o ferimento poderia ter provocado a morte em razão de uma hemorragia, o delegado evitou antecipar conclusões e ressaltou que é necessário aguardar o resultado dos exames periciais.
Durante a entrevista, o delegado também concordou que a brutalidade do crime levanta questionamentos sobre uma possível motivação de ódio. Essa hipótese, contudo, precisa ser analisada no contexto das demais provas reunidas pela investigação.
O corpo de Breno foi localizado em uma região de mata em Várzea Grande, após a prisão de um suspeito de envolvimento no caso. A Polícia Civil continua apurando a dinâmica do homicídio, a participação de outras pessoas e a motivação do crime.



















