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CERCO POLICIAL

Grupo é preso após invadir fazenda e tentar fugir pelo Rio Cuiabá em MT

Cerca de 20 pessoas teriam ocupado a propriedade; operação mobilizou equipes por terra e por embarcação em Santo Antônio de Leverger

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Um grupo formado por aproximadamente 20 pessoas invadiu uma propriedade rural às margens do Rio Cuiabá, na região de Barranco Alto, em Santo Antônio de Leverger. O caso foi denunciado à Polícia Militar na tarde desta segunda-feira (28).

O proprietário procurou a 3ª Companhia Independente da Polícia Militar e apresentou documentos que, segundo ele, comprovam a posse legítima da área. Também entregou um boletim de ocorrência registrado anteriormente sobre a ocupação.

Por causa da quantidade de invasores, a Polícia Militar montou uma operação com equipes da unidade, Força Tática e Polícia Militar Ambiental.

O cerco foi realizado por terra e pelo rio. Três viaturas seguiram até a propriedade, enquanto policiais da Agência Local de Inteligência e uma equipe fardada utilizaram uma embarcação para bloquear possíveis rotas de fuga.

Ao chegarem à fazenda, os policiais encontraram parte do grupo dentro da propriedade e realizaram as primeiras detenções. Outros suspeitos correram em direção à mata fechada e conseguiram escapar inicialmente.

Dois homens que tentavam fugir pelo Rio Cuiabá foram interceptados pela equipe que estava na embarcação. Um terceiro suspeito entrou na vegetação e conseguiu deixar o local.

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Conforme o relato dos detidos, esse homem estaria armado. Ele foi localizado posteriormente pela Força Tática de Cuiabá e conduzido em uma ocorrência separada.

Os suspeitos capturados foram levados à base da Polícia Militar sem ferimentos aparentes. Conforme o boletim, eles estavam sujos por causa da fuga pela mata e das atividades realizadas na propriedade.

Uma embarcação de seis metros, um motor Yamaha de 15 HP e um tanque de combustível permaneceram no local porque não havia condições de transportá-los. A medida foi tomada com a autorização do proprietário dos equipamentos.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que deverá investigar a participação de cada envolvido e as circunstâncias da ocupação da área.

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