O delegado Rogério Gomes afirmou, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (5), que o homem preso pelo assassinato do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos, estava preparado para matar a vítima a qualquer custo. Além da arma de fogo utilizada no crime, o suspeito carregava uma faca, que seria usada caso a pistola apresentasse qualquer falha.
“Ele foi para matar. Tanto que, além da arma de fogo, estava com uma faca”, afirmou o delegado.
O cabo Renato Oliveira Aragão foi morto na noite de terça-feira (4), enquanto ministrava uma aula de artes marciais em um projeto social no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. O suspeito invadiu o local e efetuou dez disparos contra o policial, que chegou a ser socorrido, mas morreu em uma unidade de saúde.
Logo após o crime, o autor foi imobilizado por alunos do projeto social até a chegada da Polícia Militar. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Central de Flagrantes.
De acordo com as investigações, o assassinato teve motivação passional. A Polícia Civil apura que o suspeito não aceitava o relacionamento extraconjugal da companheira com o policial militar e teria planejado a execução. A presença da faca reforça, segundo o delegado, a tese de premeditação e a intenção de garantir a morte da vítima.
O caso segue sob investigação pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).



















