O Tribunal de Justiça de Mato Grosso concedeu mais 60 dias para o ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, concluir negociações de um Acordo de Não Persecução Penal com o Ministério Público no âmbito da Operação Déjà Vu.
A decisão foi assinada pelo desembargador Rui Ramos Ribeiro após solicitação do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco).
A investigação apura um suposto esquema de utilização de notas fiscais frias para justificar gastos com verbas indenizatórias na Assembleia Legislativa de Mato Grosso entre os anos de 2012 e 2015.
Segundo o Ministério Público, Emanuel teria apresentado 13 notas fiscais consideradas suspeitas, que juntas somam aproximadamente R$ 91,7 mil.
As apurações do Gaeco apontam que empresas de fachada eram utilizadas para emitir documentos falsos e simular despesas, permitindo reembolsos com recursos públicos.
Além de Emanuel, outros investigados, entre eles empresários e ex-servidores, também são citados no esquema investigado pela operação.
Com a decisão, o ex-prefeito ganha mais prazo para tentar fechar um acordo com o Ministério Público e evitar o prosseguimento da ação penal.






















