A defesa do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves apresentou um laudo médico particular que contesta a avaliação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o estado de saúde do investigado, preso em unidade federal.
Segundo os advogados, a perda de peso do lobista não foi intencional, mas resultado de condições clínicas e dos efeitos do encarceramento. A versão rebate apontamentos da Polícia Penal de que ele estaria descartando refeições para simular debilidade.
A defesa afirma que Andreson possui doenças pré-existentes, como diabetes e problemas neurológicos, e que o quadro tem se agravado mesmo com acompanhamento médico.
Em decisão anterior, o ministro Cristiano Zanin manteve o investigado em presídio de segurança máxima, citando indícios de simulação para obtenção de prisão domiciliar.
O novo laudo, no entanto, aponta quadro clínico complexo e necessidade de tratamento contínuo. Andreson é investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento em esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro.





















