O Tribunal do Júri de Paranatinga realiza na próxima terça-feira (26) o julgamento de Djavanderson de Oliveira de Araújo, acusado de matar a ex-namorada Juliana Valdivino da Silva após jogar etanol e atear fogo nela, em setembro de 2024.
Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime teria sido motivado pela não aceitação do fim do relacionamento. Juliana sofreu queimaduras em cerca de 90% do corpo, foi internada no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas morreu dias depois.
As investigações apontam que o acusado atraiu a vítima ao local fingindo precisar de ajuda após um acidente. Após uma discussão, ele teria jogado combustível e ateado fogo na ex-companheira.
Além do feminicídio, Djavanderson também responde por perseguição e violência psicológica. Conforme o MPMT, ele monitorava a vítima por meio da clonagem do celular e exercia controle sobre sua rotina.
O réu está preso preventivamente desde setembro de 2024 no Centro de Custódia de Cuiabá.






















