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CRIME AMBIENTAL

Funcionário é preso após atear fogo em área de mata de propriedade do patrão às margens da MT-251

De acordo com o delegado, as imagens mostram o homem estacionando o veículo próximo à vegetação, descendo e se dirigindo até a margem da mata; na sequência, ele teria iniciado o fogo e deixado o local.

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Um funcionário foi preso pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (DEMA), suspeito de atear fogo em mata da propriedade do patrão às margens da MT-251, rodovia que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.

Segundo o delegado adjunto da DEMA, Guilherme Negri, a polícia recebeu informações sobre o incêndio após a ocorrência ser atendida pelo Prevfogo e pelo Corpo de Bombeiros. A partir das imagens e das características do veículo utilizado pelo suspeito, os investigadores iniciaram diligências para identificar o responsável.

Após um período de vigilância, os policiais localizaram o veículo informado nas imagens e abordaram o suspeito nesta terça-feira (25). Ele foi conduzido à delegacia e será apresentado à Justiça.

De acordo com o delegado, as imagens mostram o suspeito estacionando o veículo próximo à vegetação, descendo e se dirigindo até a margem da mata. Na sequência, ele teria iniciado o fogo e deixado o local.

Pouco depois, funcionários de uma empresa próxima aparecem nas imagens tentando conter as chamas. No entanto, o fogo se espalhou rapidamente e atingiu grandes proporções, avançando em direção às proximidades de um posto de combustíveis localizado às margens da rodovia.

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O delegado explicou que provocar deliberadamente incêndio em floresta ou outra forma de vegetação configura crime ambiental doloso. A pena prevista, segundo ele, é de dois a quatro anos de prisão, além das demais consequências previstas na legislação ambiental.

A Polícia Civil destacou que o caso chama atenção pelo risco provocado pela ação, principalmente devido à proximidade do incêndio com um posto de combustíveis e com uma importante rodovia de acesso à Chapada dos Guimarães.

As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

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